RAIO X

Raio X é uma emissão eletromagnética que tem comprimento de onda compreendido entre 1nm (nanômetro) até 5 pm (picômetro). Tem uma natureza semelhante a da luz visível, a diferença está no comprimento da onda: os Raios X tem ondas menores e mais energia, menores do que o aceitável pelo olho humano para ver. Este método é bastante usado na Medicina, no diagnóstico por imagem, como forma de identificar problemas de ossos (como fraturas e luxações), além de poder identificar alguns corpos estranhos que estejam dentro do corpo de um paciente (caso de alguém engolir algum objeto por acidente ou outra forma de objetos estarem dentro do corpo do paciente). Pode ser definido, de forma bem básica, como um raio que consegue atravessar corpos opacos (não permitem a passagem de luz visível).

Por ter uma boa capacidade de penetração, esse raio passa por algumas camadas do corpo humano e é capturado por um papel especialmente feito para fixar a imagem (radiografia). Como a maioria dos tecidos macios não aparece claramente na imagem, em alguns casos, dependendo do objetivo do exame, é necessário inserir contrastes dentro do corpo. Esses contrastes são substancias que, ao serem aplicadas no corpo, reagem com algum órgão ou substância interna de forma ser mais visível em exames de Raio X. Se, por exemplo, o sistema sanguíneo é o que será estudado nesse exame, se aplica um contraste nesse sistema e, ao ser feita a avaliação, veias, capilares e artérias serão mais evidentes

 

Na Medicina com os exames de Raio X, é possível detectar complicações ósseas, corpos estranhos que estejam internos no nosso corpo. Mas sua contribuição não é restrito a esse campo: scanners de Raio X já são aparelhos quase obrigatórios nos aeroportos para segurança do mesmo. Com ele há a possibilidade de achar armas que estejam escondidas no corpo ou na bagagem do passageiro. Outra aplicação dessa tecnologia é na área da mecânica: ele é usado para detectar pequenas falhas mecânicas em máquinas de metal pesado.

Existe uma dúvida frequente se o Raio X pode fazer mal. No início de sua aplicação, médicos e pacientes foram expostos por muito tempo às radiações. Como consequência, essas pessoas tiveram doenças relativas a radioatividade. Trata-se de uma radiação ionizante, ou seja, afeta células do corpo humano, podendo causar a morte delas ou a mutação das mesmas. Dependendo da mutação causada, o resultado pode ser células cancerígenas. Portanto o Raio X, apesar de ser uma das melhores opções de diagnósticos, deve ser usado com cuidado e moderação. Uma boa alternativa de exame de diagnóstico por imagem é a ultrassonografia/ecografia, que não utiliza radiação. A ressonância magnética também não utiliza radiação, mas tem suas desvantagens devido à necessidade de injeção de contraste no paciente, para melhor visualização do órgão na imagem, havendo possibilidade de crise alérgica.

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